Palmatória/ Ensino no Império ( aula 04 de março)
Na aula do dia 04/03, foi – nos apresentada uma análise histórica no contexto dos pressupostos filosóficos e pedagógicos do final do século XIX e início do século XX. O método de educação do Brasil desde o período do Império, onde os filhos da grande nobreza estudavam em excelentes colégios onde se tinha tudo. E o restante da população quando chegava a estudar, eram em colégios criados dentro da casa dos professores sem boa estrutura. A educação no Império era restrita a leitura, escrita, matemática básica e doutrina religiosa, com índices de 77% da população geral do Brasil analfabeta. Por muitos anos a palmatória foi considerada uma ferramenta explícita de violência, onde o comportamento do aluno estava sempre sendo questionado, e a relação com o professor era sempre de submissão. Acreditava-se que através desse sacrifício (dor) era possível obter todos os tipos de resultados positivos e jamais questionara-se tal procedimento.
Apesar de ter se passado quase um século que a palmatória deixou de ser usada, efeitos semelhantes aos seus malefícios ainda existe entre os educadores que acabam por violentar seus alunos verbalmente. Não existe mais a palmatória física, mas sim a fantasma, aquela que deixa marcas profundas nas pessoas, tão mais profunda quanto a marca na pele.
Palmátoria motorizada ( https://tiaovitor.blogspot.com/2009/07/blog-post_31.html )
Aula 13/05
Reflexão para próxima aula : site
Faço um convite:
Para juntos refletirmos acerca de como nossos jovens alunos estão se apropriando das tecnologias como meio de expressão no processo de ensino/aprendizagem da arte digital, através da interconexão dos meios digitais e não digitais.
PERGUNTA : O QUE É CULTURA DIGITAL??
Cinema Educativo
Cinema Educativo
Na década de 20 Cecília Meireles subdiretora técnica de Instrução Pública da época defendia numa abordagem de conteúdos diversos através do cinema educativo. Nesse período acreditavam-se que o cinema exibido era de péssimo gosto e de má influencia na formação dos jovens . A ideia era de fazer um "cinema do bem", se constituiu numa estratégia defendida por diversos intelectuais e pedagogos, como Fernando de Azevedo, Edgar Roquete Pinto, Jonathas Serrano e Manuel Bergstrom Lourenço. Ou seja esse “ cinema do bem” era / é o cinema educativo , criar um cinema onde o ser humano não era ridicularizado, sem danos morais e sociais , um filme com maior ênfase patriótica , humanitária e gerando emoções sadias aos seus espectadores. Hoje em dia essas idéias pedagógicas parecem um tanto desatualizadas contextualizando no mundo atual globalizado, cabe hoje ao professor buscar novos recursos para buscar a atenção aos alunos , até mesmo modificando esse conceito criado na década de 20 com relação ao cinema educativo , tornando-o mais contextualizado ao modo de vida dos alunos , problematizando seus desejos e dificuldades no mundo atual.
Uma visão do curta "Mãe Mão", de Marcos Magalhães pode relacionar essa condição de experiência e adesão, ou não, às questões propostas pela tal “ GRANDE MÃO”. Dentro de uma aula de Artes Visuais pode-se resultar na argumentação na relação mestre a aprendiz. A partir dessa discussão iniciaria uma série de abordagens de imagens midiáticas de um modo geral na visão dos estudos da Cultura Visual.
A pedido pela Doutora Professora Fernanda em sala de aula, geramos uma continuação do vídeo da animação de Marcos Magalhães.
Video da Mão Mãe de Marcos Magalhães :
https://www.youtube.com/watch?v=l6GrNRfqKyc&feature=related
Aqui segue a minha continuação ao vídeo do Marcos Magalhães :
https://www.youtube.com/watch?v=aPm4zK96H2Q
Cultura Pop Adolescente
O que vem ser a cultura pop de hoje em dia? Do que ela é baseada, em que princípios é seguida?
Hoje em dia o jovem se revolta com mídias diferentes,ao invés de caras pintadas barricatas e passeatas nas ruas , o jovem prefere manter seu foco na mídias virtuais, onde acham que estão livres de todo aquele mal vivido por seus pais, Será?
A cultura popular do Jovem moderno cada vez mais anda bitolada .. finge para esses que vivem num mundo livre de expressão , porem não é bem assim que funciona . Antigamente aquele que não era politizado era ridicularizado pela turma , hoje é quem não sabe dominar as novas mídias como a internet e seus derivados programas.
Até onde vai a voz do jovem? E até onde essa voz é abafada por essa mesma cultura?
Identidade Diversidade
Quebrando Barreiras
LEIA O VÍDEO
E
OUÇA A (VIDE)BULA
https://www.youtube.com/watch?v=GDQ74NbW2oc (Vídeo)
https://www.bulas.med.br/p/gardenal+-2749.html (Bula)